Beijei o Sapo. É que, depois do encontro adolescente, dos olhares e trocas de lugares adolescentes, rolaram e-mails adolescentes e pedidos adolescentes de posso falar com você. Respondi que sim. Fui neutra e civilizada. Só isso. Até encontrá-lo na última festa e sentir sensações adolescentes, aquelas que você sente ao vê-lo olhando e se locomovendo e vindo em sua direção.
Tudo deu muito certo, da quantidade de bebida ingerida à estratégica companhia de amigos abelhos, todos zunindo e figurando ao meu redor. E foi assim que, no auge da glória, ele veio falar comigo. Não tinha mais aquela cara de Sapo/Devedor, tinha cara bonita, olhar bom, daquele tipo que eu sempre gostei e que estranhei quando sumiu do rosto dele, justamente naquela festa medonha, na festa do “tá cedo”. Conversamos amenidades, demos risinhos. Rolaram desculpas e um beijo desesperado. Seguido por inúmeros outros beijos desesperados. Beijo de quem deseja o que está beijando.
A gente dançou. Eu fiz graça. Quanta graça! E seguimos desesperados para a residência dele, onde tudo foi espetaculosamente incrível. Porque, desculpem-me, mas eu não sou adolescente. Além das saudades, gigantes, tinham vontades e desejos, sem tamanho. Eu quero e ponto! E sabia que ele também queria. Tanto quanto. Tudo igual. Além daquela necessidade de ser insuportavelmente feliz, com o único cara capaz de me fazer insuportavelmente feliz naquela madrugada.
Era pegar ou largar. E eu peguei. Sem arrependimentos. Porque, desculpem-me os que seguem essa crença do “fazer tipo”, mas não consigo fazer outro tipo que não seja o meu e, para gente do meu tipo, as configurações do universo são muito complexas para serem definidas por um simples “jogo duro”.
Pisou na bola. Eu me posiciono. E sumo. Posicionei-me e sumi. E paguei para ver. O que vi!? Vi que com o tempo a minha raiva passou. Vi que o pisar na bola só tinha ocorrido uma vez. Vi que tinha sobrado sentimento. Vi todos os sentimentos no dia da primeira festa. E mais sentimentos nos e-mails trocados. E muitos outros no encontro fatal. Vi que não queria ficar de mal com ele. E fiz as pazes. Do meu jeito. Fiquei aliviada. Ouvi o que precisava ouvir. E fui insuportavelmente feliz. Não sei se isso basta. Mas foi o que consegui.
Só não posso dizer se o Sapo voltou a virar Pryncype. É preciso mais que beijo para isso. Agora é hora de me recolher. E pagar para ver.
Tudo deu muito certo, da quantidade de bebida ingerida à estratégica companhia de amigos abelhos, todos zunindo e figurando ao meu redor. E foi assim que, no auge da glória, ele veio falar comigo. Não tinha mais aquela cara de Sapo/Devedor, tinha cara bonita, olhar bom, daquele tipo que eu sempre gostei e que estranhei quando sumiu do rosto dele, justamente naquela festa medonha, na festa do “tá cedo”. Conversamos amenidades, demos risinhos. Rolaram desculpas e um beijo desesperado. Seguido por inúmeros outros beijos desesperados. Beijo de quem deseja o que está beijando.
A gente dançou. Eu fiz graça. Quanta graça! E seguimos desesperados para a residência dele, onde tudo foi espetaculosamente incrível. Porque, desculpem-me, mas eu não sou adolescente. Além das saudades, gigantes, tinham vontades e desejos, sem tamanho. Eu quero e ponto! E sabia que ele também queria. Tanto quanto. Tudo igual. Além daquela necessidade de ser insuportavelmente feliz, com o único cara capaz de me fazer insuportavelmente feliz naquela madrugada.
Era pegar ou largar. E eu peguei. Sem arrependimentos. Porque, desculpem-me os que seguem essa crença do “fazer tipo”, mas não consigo fazer outro tipo que não seja o meu e, para gente do meu tipo, as configurações do universo são muito complexas para serem definidas por um simples “jogo duro”.
Pisou na bola. Eu me posiciono. E sumo. Posicionei-me e sumi. E paguei para ver. O que vi!? Vi que com o tempo a minha raiva passou. Vi que o pisar na bola só tinha ocorrido uma vez. Vi que tinha sobrado sentimento. Vi todos os sentimentos no dia da primeira festa. E mais sentimentos nos e-mails trocados. E muitos outros no encontro fatal. Vi que não queria ficar de mal com ele. E fiz as pazes. Do meu jeito. Fiquei aliviada. Ouvi o que precisava ouvir. E fui insuportavelmente feliz. Não sei se isso basta. Mas foi o que consegui.
Só não posso dizer se o Sapo voltou a virar Pryncype. É preciso mais que beijo para isso. Agora é hora de me recolher. E pagar para ver.
Ai ai ai...me deu um medinho...mas depois pensei: se o seu coração disse que estava perdoado, que ele fez por merecer o perdão, confio no seu sentimento e maturidade!
ResponderExcluirAgora, é esperar para ver se ele está à sua altura de princesa para ser seu principe novamente! Estou aqui torcendo para ele fazer tudo direitinho!!!
E seja insuportavelmente feliz em todos os momentos!
bjs e saudades!
Tomara que ele vire príncipe novamente, mas por enquanto, ao que parece, ele só deixou de ser verruguento!!! rs!
ResponderExcluirBoa sorte, amiga!!
beijos
wish you the very best...
ResponderExcluire que as surpresas tendam a ser cada vez mais melhores de boas!!