E como não existe vida sem inspiração, fui atrás da minha, porque não existe inspiração sem vida. O ovo ou a galinha? Pouco importa! Que venha sempre primeiro, um pouco de vento fresco no meu rosto. Sem medo que entre cisco no olho, ai!, se o vento me faz sorrir. Meu antídoto e meu veneno. A cura está sempre no vírus. E chocolate de mais intoxica. Na quantidade certa, deleite!
terça-feira, 24 de novembro de 2009
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