Como a amiga Kryx já contou, fui a NYC recentemente. Fui visitar a abelha-princesa Pry e com uma esperançazinha de encontrar o Vampyro, conhecido na viagem recente pela Europa.
Bom, quando já estava nos States, recebi um e-mail, via Facebook, do Vampyro. Dizia que teria um “very very busy labor day weekend” maaaas, que queria “say hello”. Hello?!?!? HELLOU-OU?!?!? Fui do Brasil a NYC para passar 3 dias, e ele quer dizer “hello”?!?! Desnecessário dizer que fiquei indignada. A pryncesa Pry ficou me consolando, enquanto eu experimentava 30 jeans diferentes, tentando entender o que era o tal do “boot cut” (sempre quis saber, mas tinha vergonha de perguntar...).
Muitas discussões depois com a pryncesa Pry, text messages para a amyga Kryx que desfilava seu belo corpicho pelos iates de Angra, e-mail para a amiga do reino far far away, resolvi que não iria responder nada. Isto mesmo. N A D I N H A ! ! E assim foi feito. Passou a sexta, passou o sábado e eu não dei nenhuma notícia ao Vampyro.
No sábado fomos a um roof top auspicioso. A amiga tailandesa de altas baladas dos tempos em que morei fora se junto a nós. E seguimos todas, lindas, leves, soltas, um pouco mal intencionadas, e altinhas depois de uma garrafa de champanhe nas alturas, para balada it de NYC. Com nomes na lista vip, um charmezinho para o bouncer, logo entramos.
E logo fomos para a pista. A pryncesa Pry me aponta um gatinho. Eu olho. Ele olha. Ele olha que eu olhei. Ele, instantaneamente, vem me beijar... E foi quando o meu lado Samantha começou a aparecer... Porque ele tinha, sim, a pegada talibã. Logo eu descubro que ele é xicano. Luzinha se acende. Tenho “uma afinidade” com os xicanos. Estamos na pegada, no meio da balada it americana, onde ninguém se pega. Mas nem estou preocupada. Pryncesa Pry e amiga thailandesa vão embora. Muitas pegadas depois, resolvo que é a hora de partir. Ele diz que vai também. Deixo claro que vou para minha “residência” e ele para dele. Si, claro. Mas, educadamente, ele quer me acompanhar. Não tem táxi na porta. Maaaaas, tem uma limosine. Sim. Uma limosine. Entramos na limosine. O motorista fica lááááááá longe. E a gente no banco. Eu finjo estar tímida... O motorista está aqui. Não, isto não... Imagina. Ele não vê nada. Está escuro. Muito longe. Ok, ok... E, finalmente, chegamos ao hotel dele (claro que ele nem perguntou onde era a minha “residência” americana). Momento de constrangimento. Ele está sem dinheiro. Eu finjo que não estou entendendo nada. Subimos os 3 no elevador. Sim. Os 3. Eu, o Xicano e o Choffeur... Sim, porque o Choffeur não confiava que o Xicano fosse voltar com o dinheiro. Queria que a minha pessoa ficasse lá embaixo, de refém dele. O Xicano não deixou (Ufa!). Chamou o Choffeur para subir também. Lá em cima, a chave magnética não funcionou. Descemos os 3 de novo. O Xicano consegue dinheiro na recepção (ainda bem! Já estava achando que o Choffeur pudesse ter razão...). E, enfim, sós! Eu e o Xicano. E tudo maravilha. Eu não estava enganada. O Xicano tinha sim “a” pegada talibã, “o” corpo, muito vigor e alguma criatividade. Sim, porque até tábua de passar roupa ele utilizou. E foi nesta hora que o lado Samantha assumiu inteiramente a minha pessoa... E foi tudo muito bom.
Enfim, depois desta aventura toda, segui lépida, feliz e contente para a casa da Pry. Pele brilhante. Sorriso no rosto. E, assim, por nada, chequei meus e-mails. E lá estava novo e-mail do Vampyro. Indignado que eu ainda não o havia procurado. Me intimando para um café da manhã ou almoço no dia seguinte. Pronto! Mal conseguia dormir. A expectativa pelo encontro com o Vampyro era muito grande...
E o Vampyro passou para me pegar para o almoço. O almoço foi aprazível. Ele diz que desmarcou uma viagem quando soube que eu ia para NYC. Suspiro achando que tudo vai dar certo. Relembramos a noite que nos conhecemos e o dia que passamos juntos. Demos risadas. Ele foi fofo. Só que, findo o almoço, me devolveu em casa. Sim! Assim, sem nenhum beijinho... Disse que talvez, quem sabe, pudéssemos tomar uns drinks à noite. Mas depois de uma rápida olhada no celular, emendou que não tinha certeza se seria possível. Facada no coração. Fiquei sim esperando ele me ligar à noite para os tais drinks. Ele ligou. Disse que não daria. Não tinha conseguido voltar da casa de não sei quem, lá num subúrbio de NY). Mas me encontraria no dia seguinte. No dia seguinte eu não esperei não. Ainda bem. Quando ele ligou, já estava partindo para o aeroporto. Coração partido porque as coisas não saíram como o esperado com ele.
Mas tudo bem. A viagem valeu suuuuper a pena. Me diverti “a valer” com a Pryncesa Pry! Matamos as saudades. Fofocamos. Demos risadas. Vivi meu momento Samanta de limosine. E, depois que voltei, tratei de excluir o Vampyro dos meus amigos do Facebook. Não vou ser expectadora da vida dele... E que venha o próximo. Santo Antônio, please, ajuda aí!! Não quero contribuir para a sua síndrome do pânico te tirando o menino Jesus...
Ai Juju, vc só contou a história do Vampyro para a sua amiga do reino far far away! A história do xicano ainda eu não conhecia!! DEMAIS!!! Arrasou no seu momento SAMANTHA!
ResponderExcluirE é isto aí amiga, tb estou torcendo para o Santo Antonio cooperar para vc não ficar tirando o menino do colo dele, ou colocando a cabeca dele de ponta cabeça dentro do copo d'agua!
Pra vc ver que tábua de passar não serve só para aquilo que se dispõe, hihihi!
ResponderExcluirhahaha...eu não acredito que só soube disso agora!!!!!
ResponderExcluirSurreal! Eu acho (quase certeza) que eu sairia correndo se alguem armasse a tabua de passar roupa na hora do vamo ver...rs
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